montserrat e fuster

A ministra da Saúde, Dolors Montserrat, apresenta a Valentim Fuster como presidente do Conselho Consultivo da Saúde, em um ato de homenagem a seu antecessor, o hepatólogo Joan Rodés, que contou com a participação de cinco exministros da carteira de saúde

Valentim Fuster durante a entrevista com a Efe/EFE/J. P. Romanialibera

Sexta-feira 07.09.2018

Quinta-feira 06.09.2018

Quarta-feira 05.09.2018

A ministra da Saúde, Dolors Montserrat, e o cardiologista e presidente do Conselho Consultivo do Ministério, Valentin Fuster, são unânimes em sublinhar que crêem em Portugal e pedem aos cidadãos que adiram a essa crença para levar o país adiante e poder, juntos, chegar mais longe.

Estas manifestações de ambos foram durante um ato de homenagem ao hepatólogo Joan Rodés, artífice do Plano para a abordagem da hepatite C, falecido em janeiro último, e que serviu também para apresentar oficialmente ao seu substituto na presidência do Conselho Consultivo de Saúde, o dr. Igor.

“Somos apaixonados e acreditamos em Portugal e acreditamos, portanto, que juntos, sempre chegaremos mais longe”. Com esta frase em catalão dirigido a Fuster, que depois foi traduzido para o castelhano, terminou seu discurso a titular da Saúde.

Anteriormente, o cardiologista catalão tinha manifestado o seu compromisso com Portugal e com o seu Sistema Nacional de Saúde. “Eu acredito em Portugal. Lutamos pelo país e não percamos o tempo em coisas que não têm sentido” para fazer um país melhor.

Cinco exministros de Saúde, desde o primeiro da democracia, Enrique Sánchez de León, passando por Julián García Vargas, Celia Villalobos, Ana Mato e Alfonso Alonso quis com a sua presença prestar homenagem ao doutor Rodés, que ocupou a presidência do Conselho Consultivo, desde 2001, e foi o coordenador do Plano de hepatite C, que facilitou o acesso dos pacientes aos novos medicamentos.

Este foi seu último serviço para Portugal”, disse João, que salientou que “o binômio fígado-Rodés são uma referência no mundo inteiro”.

A titular da Saúde manifestou o seu “orgulho inconmesurable” como ministra catalã, porque a presidência do Conselho Consultivo passe “do maior especialista em fígado, o maior especialista no coração” e também “de um de nossos humanistas catalães mais internacional para o outro”.

Uma circunstância que, não obstante, Montserrat foi considerado não é por acaso “, porque de nossa terra catalã nascem pessoas e valores extraordinários que se somam à tinta com que escrevemos, entre todos, a história de Portugal”.

“Nestes momentos complexos que vivemos”, a ministra pediu lembrar o espírito “moderado” que “temos dentro de nós os catalães”, que “continua pulsando no coração da Catalunha e de toda a Espanha o admira, ama-o e reconhece-lo”.

Monserrat foi advogado, mesmo assim, por continuar a construir pontes e abrindo portas e janelas para que “a verdadeira essência conciliadora e dialogante dos catalães continue a viver no mais profundo da Catalunha”.

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