Menopausa, o impacto na pele

Paloma Morais, Diana Burbano, Graciela Valderrama e Marabina Jaimes, as atrizes hispânicas qur encenou o musical “The Menopause Musicalsical”.EFE/Luis Uribe.

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Com motivo do Dia Mundial da Menopausa, 18 de outubro, a doutora Aurora Guerra Tapia, membro da Academia Espanhola de Dermatologia e Venereología, explica quais são as implicações desta etapa na pele das mulheres, devido à deficiência de estrogênio que ocorre.

Esta deficiência, o que provoca uma menor produção de gordura, menos suor, assim como uma diminuição parcial da sua temperatura e um aumento da permeabilidade e a reatividade vascular, reduzindo a espessura da derme e epiderme, e evidenciando-se uma diminuição do colágeno cutâneo e um envelhecimento global da pele.

Como consequência destas alterações fisiológicas, a pele se torna mais seca, escamosa e menos elástica, com o consequente aumento das rugas cutâneas.

O ciclo do cabelo é reduzido, resultando em um cabelo cada vez mais fino e mais curto, o que dá lugar a um certo grau de calvície de forma semelhante à que se apresenta no homem. Pelo contrário, em muitas mulheres, aparece um aumento do cabelo na área da barba e do bigode que lhes dá um aspecto masculino.

Além disso, as mucosas são afetadas de forma especialmente intensa durante a peri e pós-menopausa. É comum a secura vaginal e prurido vulvar.

Paralelamente, é amplo o corolário de distúrbios como ansiedade, depressão, irritabilidade, alterações do sono, diminuição da libido, embora a gênese deles não se deve unicamente à perda hormonal, mas também às mudanças vitais que podem acontecer neste período.

Para mitigar e/ou diminuir todos esses efeitos, a doutora Guerra recomendado para a pele alguns tratamentos tópicos, como o ácido., o ácido glicólico e vitamina C.

Envelhecimento saudável

Segundo esta especialista, o envelhecimento é o resultado de três componentes: um é o cronológico, dado que, provavelmente, existe uma programação genética, a modo de relógio biológico, situada em cada célula ou em um local central, como pode ser o cérebro. É intrínseco, gradual e inevitável.

Outro é o endócrino, que regula os hormônios alterações do organismo, de uma forma brusca em mulheres com menopausa-, e mais lenta no homem, mas igualmente involutiva.

Por último, o fator ambiental ou extrínseco, como a irradiação uv, tabaco, e outras agressões externas que alteram os componentes anteriores. Todos eles são entretecidas e atuam de forma simultânea para abocar o envelhecimento humano.

A menopausa, portanto, é um fator a mais, que pode ser conduzido de forma equilibrada para que seu impacto seja menor, permitindo uma melhor adaptação da mulher à nova idade em que é condenado, e uma melhor qualidade de vida, esclarece a Dra Guerra.

Outras dicas para a menopausa

Contra os afrontamentos são aconselhados a evitar o café, álcool, comida picante e tabaco, e a utilização de fibras naturais; para as perdas de urina, deve-se evitar o excesso de peso e prisão de ventre, para evitar que o assoalho pélvico é enfraquecê-la, além de fortalecer a musculatura dessa área.

Para a secura vaginal, os especialistas aconselham usar lubrificantes regularmente e ser “pró-ativa” nas relações sexuais como uma boa via para manter a elasticidade, e para combater o aumento de peso, nada como a dieta mediterrânea, o exercício e o lazer ativo.

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