Mato anuncia um plano estratégico para melhorar o atendimento a crianças com câncer

A ministra da Saúde anunciou a criação de uma “linha estratégica” de câncer para melhorar a qualidade da assistência que o sistema público de saúde presta-se a crianças e adolescentes com esta doença, que inclui unidades pediátricas para pacientes de até 18 anos

Letizia, ao lado da ministra da Saúde, Ana Mato, e a presidente da aecc, Isabel Oriol/EFE/Emilio Naranjo

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Ana Mato fez este anúncio no Dia Mundial contra o Cancro, durante o III Fórum contra esta doença organizado pela Associação Espanhola contra o Câncer (aecc), sob a presidência de honra da Princesa das Astúrias, que tem apoiado o encontro com o seu apoio para a palestra e duas mesas de debate com os doentes e especialistas.

Nesta ocasião, sublinhou, trata-se de responder à pergunta se “realmente é o paciente a prioridade”, algo que os participantes da primeira mesa redonda sido posto em dúvida, ao exigir que você forneça uma melhor informação ao doente no momento do diagnóstico, assim como mais apoio para ele e seus familiares.

Câncer infantil

O encerramento está sempre ocupado a ministra da Saúde, Serviços Sociais e de Igualdade, que se tem feito eco de algumas das questões levantadas pelos intervenientes, como as dificuldades que implica assumir um diagnóstico de câncer infantil ou as maiores necessidades de ajuda económica das famílias, devido à crise.

Consciente de que crianças e jovens “exigem uma atuação específica”, Ana Mato explicou que a “linha estratégica” para o câncer infantil e de jovens à procura “fazer, na medida do possível, mais simples o processo aos doentes, às crianças e família”.

Isto pode ser alcançado, foi acrescentado, com mais “atenção psicológica e psicossocial” e um acompanhamento educativo e das “sequências tardias de câncer infantil” e também, como já está fazendo, facilitando o acompanhamento dos familiares das 24 horas nas unidades oncológicas.

Demandas de Isabel Oriol

A presidente da aecc, Isabel Joaquim, foi lembrado durante uma intervenção prévia do que nos últimos três anos, e devido à crise, aumentaram 52 por cento dos pedidos de apoio financeiro para a associação, para habitação, circulação de pacientes, e até mesmo para alimentos frescos.

Oriol chegou a qualificar de “escandalosos” alguns casos de que tenha tido conhecimento da associação e foi avisado de que com estes pacientes e seus associados, a resposta tem que ser “imediata” e não pode ser adiado por questões burocráticas, porque enquanto isso a doença segue seu curso.

Resposta da ministra

Diante desta demanda, a ministra Mato garantiu que, a partir dos serviços sociais empreendem acções de ajuda financeira a famílias com poucos recursos, e tem a negrito, o “esforço” das administrações públicas, no plano quadrienal de inclusão social.

Também lembrou a necessidade de atender de forma personalizada as necessidades dos pacientes, buscando atenção específica para cada um dos casos e reforçando o apoio psicológico porque, sublinhou, os pacientes são a principal prioridade de Saúde neste campo.

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