Matesanz anuncia um novo recorde de doação e transplante em 2017

O ex-diretor da Organização Nacional de Transplantes (ONT) Rafael Matesanz anunciou um novo recorde em 2017, tanto na doação de órgãos, como em transplantes, com relação a 2016. Alguns dados que o próprio Matesanz apresentou por ocasião da entrega do prêmio “Português Universal 2017”, que o distingue pela contribuição ao modelo de transplantes. Trata-Se de um prêmio que receberam, entre outros, Camilo José Cela, Margarida Salas, Miguel Induráin e Rafa Nadal

De izq. para a direita, João Abrange, Rafael Matesanz e Aldo Olcese/Foto fornecidas pelos impulsionadores deste galardão

Segunda-feira 29.05.2017

Sexta-feira 12.05.2017

Quinta-feira 16.03.2017

Matesanz, fundador da GNT, recebeu homenagem por sua contribuição ao modelo de transplantes que tem levado a Portugal para representar o índice de doadores mais elevado do mundo.

“Enquanto que no ano passado, estivemos em 43,8 % de doadores por milhão de população, prevê-se que este ano estejamos em 45 % e tornar-nos mais de 5.000 transplantes”, o objetivo para 2020, disse Matesanz, ao prever um novo recorde em 2017.

Esta nova edição dos prémios ‘Português Universal’, conferido pela Fundação Independente, este ano em colaboração com o HM Hospitais, foi reconhecida a trajetória e a figura do doutor Matesanz, bem como todo o setor da saúde português, por ter conseguido se tornar um dos mais destacados do mundo.

Matesanz sempre grato a esta distinção, lembrando que “é um prêmio que é concedido a partir da sociedade civil”, o que supõe um exemplo de como uma pequena organização, como o foi no momento em que a GNT, pode chegar a mudar a sociedade”.

O premiado aproveitou a ocasião para fazer um balanço dos sucessos obtidos pelo GNT nestes últimos 25 anos.

No total, mais de 100.000 transplantes ao longo destes anos e mais de 500.000 somando-se os tecidos e as células; “o que coloca a Espanha em mais de duas vezes acima da média da União Europeia e 13 pontos acima Estados Unidos”, indicou.

“Qualquer cidadão português que tenha precisou de um transplante para continuar vivendo foi o cidadão do mundo que mais oportunidades teve de obtê-lo”, e isso, acrescentou, “sem nenhum tipo de discriminação positiva ou negativa”.

O Presidente da Fundação Independente, Aldo Olcese, negrito, o consenso e a satisfação por esta

(Não Ratings Yet)
Loading…

Leave a Reply