Mais de 40% das associações de doentes tem presença em redes sociais

O rastreio (scan) “Pfizer 2.0 Associações de Doentes”, em que participaram 72 organizações deste tipo, põe de manifesto seu potencial na internet como canais de informação rigorosa e fidedigna sobre temas de saúde

Segunda-feira 03.09.2018

Terça-feira 28.08.2018

Sexta-feira 31.08.2018

O rastreio (scan) determinou que todas as Associações de Pacientes pesquisados estão presentes na web, e que 46% mantém um blog ativo e/ou contas em redes sociais, sendo o Facebook e o Twitter as mais utilizadas.

Estes grupos têm claro que as redes sociais podem ajudá-los a conseguir uma maior comunicação com o paciente e mais proximidade com a sociedade em geral.

Assim, 64% das associações pesquisadas considera necessária a presença em redes sociais, 69% porque considera que são um bom método para difundir suas atividades, 43% porque acredita que melhoram sua relação com o paciente, 32% porque promovem a proximidade com a sociedade e 31% por ser um bom canal para a busca de financiamento.

A clara presença do paciente no ambiente online e a crescente incorporação de profissionais de saúde das redes sociais faz com que este ambiente se tornou uma importante via para melhorar a relação entre as associações e os próprios pacientes.

Neste campo, estão desenvolvendo várias iniciativas geradas a partir de diversos grupos profissionais.

É o caso da Federação de Diabéticos portugueses e Espanhóis, que há apenas um ano, abriu um canal em Tuenti e conta já com uma comunidade de 2.000 jovens seguidores.

Outro exemplo desta realidade é o portal de Saúde da Secretaria de Saúde de Castela e Leão, que se tornou um lugar onde, além de informar, ajuda o paciente através da gestão de serviços e fornece orientação para o cuidado da saúde.

Também teve um grande sucesso da mobilização para desmistificar a psoríase “No verão, ensina a sua pele” de Ação Psoríase, na qual afetados por esta doença compartilharam as fotos que realizaram durante os meses de verão, um dos períodos mais difíceis para estes pacientes.

O Forum Clinic,com mais de cinco anos de vida, foi capaz de aproximar o ponto de vista científico e médico aos cidadãos, combinando para os pacientes o conhecimento empírico com experiências e apoio emocional.

Outra iniciativa: o trabalho que realiza na comunidade ‘nós Somos pacientes’, a que se somam já mais de 1.200 associações.

“Os resultados da pesquisa refletem a aposta dos grupos de doentes pela web 2.0. 100% dos inquiridos está de alguma forma presente na Internet e até mesmo aqueles que não dispõem de canais em redes sociais consideram que seria necessário”, aponta Mario Torbado, chefe do Departamento de Relações com Associações de Doentes da Pfizer.

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